Segunda-Feira, 24 de Setembro de 2018

12/9/2018 - Osasco - SP

Mais de 30 mil pessoas prestigiam o Desfile Cívico Militar 7 de setembro




da assessoria de imprensa da Prefeitura de Osasco

Mais de 30 mil pessoas acompanharam na sexta-feira o tradicional Desfile Cívico-Militar de 7 de setembro. Com o tema “A Independência do Brasil e sua Herança Cultural”, o desfile foi realizado na Avenida dos Autonomistas, no trecho compreendido entre os números 2.423 a 3.142.

O evento, realizado pela Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Educação,  contou com as presenças do prefeito de Osasco, Rogério Lins, da primeira-dama e presidente do Fundo Social, Aline Lins, da vice-prefeita, Ana Maria Rossi, dentre outras autoridades da cidade.

Às 8 horas, na Câmara de Osasco, ocorreu o hasteamento das bandeiras do Brasil, do Estado de São Paulo e de Osasco, hasteadas por vereadores, o comandante da Guarda Civil, Raimundo Pereira, o prefeito Rogério Lins e o tenente-coronel, Tiago Corradi Junqueira, comandante do 4º BIL (Batalhão de Infantaria Leve), ao som do Hino Nacional Brasileiro.

Após o ato, as autoridades seguiram para o palanque. De lá, o prefeito e o tenente-coronel subiram no jipe militar para passar a tropa em revista e dar início ao desfile. Os militares das unidades do Exército em Osasco foram representados por seus pelotões e armas. O prefeito Rogério Lins quebrou o protocolo, desceu na avenida para agradecer a todos os participantes do desfile.

A rede municipal de ensino foi representada por 15 mil alunos. Eles trouxeram a herança cultural da chegada do Império ao Brasil e inovaram com cheiros e sabores, como a escola Emef Doutor José Manoel Ayres, do Jardim Veloso, que apresentou “O ciclo do café e suas transformações socias”, com o aroma do café. A Emef mostrou que a origem do café no mundo se deu na Etiópia (África), no século XVI, chegando ao Brasil em 1727, pelas mãos do Coronel Francisco de Melo Palheta na região de Belém, Pará. Aos poucos a bebida foi se tornando o carro chefe da economia brasileira.

A Emef Benedicto Weschenfelder, do Iapi, apresentou “O golpe da maioridade”, um evento característico da história do Brasil, pertencente à segunda metade do século XIX, onde havia um embate entre a coroa portuguesa e o Império brasileiro pós-independência pelo poder político e administrativo da ex-colônia na América. A situação se agravou quando Dom João VI faleceu e o sucessor ao trono, Pedro I, estava no Brasil. Dom Miguel, irmão de Dom João, reclamou a sucessão, obrigando assim Pedro retornar a Portugal.

Como o sucessor direto do trono brasileiro era Pedro II, que estava com 8 anos na época do retorno de seu pai a Portugal, foram formadas duas regências militares para comandar o Brasil até que o herdeiro legal completasse 18 anos. Acontece, porém, que a situação política-econômica do Brasil ficou insustentável com os demandos e privilégios atribuídos aos militares. Sendo assim, aos 14 anos, Dom Pedro II assumiu o trono real brasileiro com menos idade do que a lei permitia na época, tendo o fato sido considerado um golpe político.

A escola Centro de Educação Unificada (CEU) Doutora Zilda Arns Neumann, do Jardim Elvira, trouxe para a avenida “A guerra do Paraguai”, também conhecida como a Guerra da Tríplice Aliança, da qual países como Brasil, Uruguai e Argentina se uniram contra o Paraguai. A escola representou as batalhas por terra e mar, e também a união dos países formando a tríplice aliança e o final da guerra, quando os objetivos foram alcançados, com vitórias e perdas.

A Emef Professor Anézio Cabral, do Jardim D’Abril, apresentou “Abolição dos escravos”, o processo de escravização do povo africano no Brasil e a exploração da força de trabalho de homens e mulheres, sustentada pelo tráfico negreiro. Muitos africanos foram retirados de seu continente à força e transportados em navios negreiros para o Brasil.

No Brasil, os escravizados foram destinados ao trabalho nos latifúndios de cana de açúcar, nas minas de ouro e diamantes, nas fazendas de café ou mesmo no trabalho doméstico ao longo dos séculos. Os alunos destacaram a importância das revoltas e das rebeliões, formas de resistência à exploração imposta, como a dos Quilombos. O movimento abolicionista se opunha ao regime escravista e muito deles, oriundos de diversas classes sociais, se destacaram. Promulgada no dia 13 de maio de 1888, pela Princesa Isabel, a lei Áurea extinguiu o trabalho escravo no Brasil, libertando cerca de 700 mil escravos que ainda havia no país.     

Um dos pontos altos do desfile foi a homenagem póstuma a Luiz Claudino da Silva,  conhecido como Luizinho, que foi o diretor do Cerimonial da Comunicação de Osasco, e faleceu em 2018. Sua família ganhou uma réplica em miniatura, representando Luizinho à frente de uma tribuna. A réplica é uma homenagem pelos serviços prestados à Prefeitura de Osasco.    

O desfile teve continuidade com as entidades e instituições, como a União Fuca Clube, que trouxe várias cores de fuscas, e o grupo Corvos Moto Clube do Brasil e Abutre’s Motoclube que fizeram o público vibrar com suas máquinas envenenadas.



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